coleção brasilidade semi joias finas

A primeira coleção da Cafuné Biojoias, Brasilidade, surgiu da necessidade de valorizar o artesanato no Brasil, um país onde é estigmado que tudo que vem de fora é melhor do que aquilo que é produzido por nós mesmos. É uma homenagem às nossas origens indígenas. Uma coleção de semijoias finas, com inspiração nos adornos indígenas. Misturamos sementes com pedras naturais para a elaboração das biojoias desta coleção.


Coleção de semijoias finas


Semijoias finas com pedras e sementes

As peças da coleção Brasilidade são elaboradas com sementes de açaí, jarina e pedras semipreciosas. São materiais ecológicos, por isso, nossas peças são consideradas biojoias. Brasilidade é uma versão moderna da tradição indígena do Brasil, mas com um design modeno e diferente. Além disso, são produzidas artesanalmente no Brasil.

As nossas peças são classificadas como semijoias, já que banhamos todas nossas peças com uma espessura mínima de 5 milésimos de metal precioso.

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Sementes de açaí

O açaí é o fruto da palmeira conhecida como açaizeiro, cujo nome cientifico é Euterpe oleracia, uma espécie nativa das várzeas da região amazônica. É um alimento muito consumido no Brasil, em especial na região Norte e Nordeste. Para serem utilizadas nas nossas biojoias, as sementes, que seriam descartadas, são tratadas e tingidas naturalmente, e estão prontas para uso!

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Sementes de jarina

A jarina também é conhecida como o marfim-vegetal da Amazônia. É uma árvore nativa da região equatorial das Américas Central e do Sul, principalmente na Bolívia, Peru, Colômbia, Equador e, no Brasil, nos Estados de Rondônia, Acre e Amazonas. A utilização da sua semente se enquadra na política de desenvolvimento sustentável. Depois de ser tratada e tingida naturalmente, está pronta para ser usada nas nossas biojoias!


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Pedras naturais semipreciosas

  • A Howlita é a pedra da harmonia. Os índios acreditavam que esta pedra possuía a força da vida e que ela não permitia que as pessoas esquecessem que os seres humanos, a natureza e os animais se pertencem, em uma harmonia recíproca.
  • O lápis-lazúli é conhecido há mais de 6.500 anos e foi utilizado pelas antigas civilizações da Mesopotâmia, Egito, China, Grécia e Roma durante batalhas e contra maus espíritos. Os faraós utilizavam o lápis-lazúli para elevar a sua energia, o transformavam em pó para uso medicinal e o colocavam entre os olhos para receber informações dos mundos espirituais.
  • Embora o coral não seja uma pedra, e sim um produto da vida marinha, ele vem sendo utilizado desde a Grécia antiga para fins religiosos e medicinais. Ele se desenvolve debaixo d’água, nas águas marinhas quentes e pode ser encontrado em diversas cores. Acredita-se que o vermelho é estimulante, o rosa calmante, o branco estabilizante, o cinza harmonizante e o preto absorvente.